os que desenham animais,
na compulsão de povoar o céu,
vêem o corpo, a cauda,
adivinham-lhe as patas de bicho maior.
sete luzeiros a adornar a eternidade.
abre rasgões na noite,
adia o sono e a lassidão.
Talvez esse Poema que todos procuramos um dia assome a esta janela
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