10.12.07

GEOMETRIAS






Concretas as nossas casas de todo o ano. Altas, cada vez mais altas. E nós, por trás dos vidros, compondo pacientemente novas geometrias.


Licínia Quitério

17 comentários:

Anónimo disse...

concretos
nossos sonhos
de toda hora

utópicos
sempre

e em meio à névoa
das ilusões ensandecidas
dos sonhos ceifados nas tenras manhãs
sementes (teimosas sementes) morrem
... não sem antes
lançar ao céu
um raminho
e duas folhinhas verdes

...
...

tudo de bom, Amiga! – para ti e para todos que compartilham tuas palavras de Luz.

batista filho

Graça Pires disse...

A arquitectura do olhar abre-se à nitidez perturbante do silêncio...
Um beijo.

Nuno Dempster disse...

As prisões populosas, como lhe chamei no poema Fronteiras em 29.11. Mas há sempre uma espécie de libertação, nem que seja atrás dos vidros como diz mo poema.

maria m. disse...

«novas geometrias», novos fractais... mas, como diz nuno, a libertação existe, pelo sonho, pelo olhar fragmentado em busca de beleza, como tão bem ilustram as imagens que escolheste.

Licínia Quitério disse...

Batista,

Fico sempre contente por saber que me visitas.

Um abração fraterno.

M. disse...

Mais perto do céu, mais longe do mundo terreno?

TINTA PERMANENTE disse...

É verdade...
Mais geometrias, mais altas, mais isto e aquilo mas, sobretudo, mais sós!...

abraço

~pi disse...

e nós

insidiosamente lançando fios.

de

salvação.

herético disse...

"casa onde caibas, terra quanta vejas...". ou sonhos quantos alcances...

... assim a geometria dos (teus) dias! belos. sempre.

andorinha disse...

Altas, nelas as geometrias abrigam os nossos sonhos. E há sempre um beiral para as andorinhas...

un dress disse...

geometricamente

medimos

agora

o sonho

Rui disse...

Sem receio das pedradas dirigidas aos telhados.

Maria Laura disse...

Teremos talvez que modificar a dimensão do sonho. Construindo geometrias à sua medida.

bettips disse...

O que vimos das janelas dava para encher um manual de virtudes "o que não se deve fazer"... Coincidência, tu e eu, pensando o mesmo, compreendendo. Fugindo enfim pelo quadrado azul. Bjinhos

Era uma vez um Girassol disse...

Não sei o que é isso...
Imagino apenas e faz-me confusão.
Da minha janela não há horizontes, nem alturas.
Tudo é verde e as flores, minhas irmâs!
Beijinhos

Anónimo disse...

:)

tomei a liberdade de me "apropriar" da tua forma de postar [numa (cada vez mais) rara postagem minha].

outro abraço fraterno.

batista
http://ilhamutuns.zip.net/

Carolline Cabrera disse...

Me encanta as palavras que escreve Licínia porque você é uma pessoa capaz de transformar algo simples em especial.
Adoro suas poesias.

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