14.11.07

SE EU FOSSE


Se eu fosse uma estrela e medisse os anos-luz do meu brilhar, talvez eu desistisse e quisesse, entre rasgões e penumbras, descansar.

Licínia Quitério

18 comentários:

velha gaiteira disse...

que beleza, que beleza!!!

Vim aqui parar através de outros blogs e não me arrependi!

Abraço amigo

Rodolfo disse...

também cheguei aqui por outros blogues.

muito bom tudo aqui, tudo lindo.

parabéns!

Graça Pires disse...

Se fosses uma estrela amarias mais a noite... Um beijo.

herético disse...

"rasgões e penumbras" brilham. na estrela de ti. poetica.

Sofia Loureiro dos Santos disse...

Licínia: como prometido aqui fica o link da livrododia: http://www.livrododia.com.pt/
Cumprimentos.

batista disse...

assegurar, assegurar, não posso... mas arrisco um palpite: pelo brilho que emana do teu versejar, não há necessidade do emprego do “se”... queres que te diga uma coisa? pergunta boba, essa, hem?... direi de qualquer forma!!! desista não, tá? – mas descanse, pelo menos um pouquinho.

um abraço fraterno.

Maria Laura disse...

Brilhar dessa forma também cansa. Acredito.
Gostei muito de aqui chegar.

cuotidiano disse...

Já não passava por cá há um tempo - BURRO!

Em mais uma tentativa para ganhar o Nobel do lugar-comum direi apenas: Tudo o que escreves é alma à flor da pele.


Beijo


PS - Ou pele à flor da alma?

un dress disse...

adormecer e sonhar...:)






beijO

~pi disse...

estrelas que

se abrem

insupeitadas

TINTA PERMANENTE disse...

As estrelas também descansam?!...
(é que elas fazem falta à noite, ao caminhante e ao poeta...)

abraço.

Maria P. disse...

Lindo.

Beijinho:)

Mar Arável disse...

Se amasse a noite veria como as estrelas descançam

legivel disse...

Menina Estrela:


Li com o habitual prazer o seu poema mas, nas entrelinhas (porque diabo me treinei a ler nas ditas cujas?!), não me passou despercebida uma nuvem de tristeza. Espero confiante, que essa nuvem passageira, seja a responsável pela súbita e -perdoe-me a ousadia! peregrina ideia, de pretender medir o brilho das suas letras sabe-se lá com que fita métrica (que não são nada fiáveis as que por aí se vendem) pondo em causa o seu próprio nome e arte.
Fique sabendo que os poetas-estrelas (cometas e outros da grande família celeste) não desistem nem descansam: trabalham e não pensam em chorudos vencimentos, subidas meteóricas na carreira ou reformas de luxo e em triplicado. Isso é bom para aqueles que não sonham e como sabe, os poetas sonham...
O seu sempre admirador,


Deodato Legível.

batista disse...

Fica com Deus, Amiga. Tenho uma pequena viagem a fazer. Deixo o meu abraço fraterno.

PS. Beleza de comentário do Legível!

M. disse...

A beleza do dizer das coisas e dos sentires. Sempre.

Maria disse...

Não é por acaso, subscrevo a forma do Vasco... se me permitirem.
Voltarei pela noite para TE ler, tudo.
Abraço

Tiago Carvalho disse...

:-)

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