Licínia Quitério
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12 comentários:
Tão bonito!
Peca por acabar depressa.
Esta Clarisse levou-me ao tempo em que também eu "não devorava passados" nos lápis de cor, na vida no tanque, nas perguntas sem respostas...
Um beijo
Tão suave e doce...gostei muito! Beijos.
leio com agrado o retorno de Clarisse, de que cor os seus olhos?
E tu, mulher sábia nestas coisas de cores e mistérios da vida, lá vais desvendando passados...
Sempre fabulosa a sua escrita
que me desperta
para a complexidade
de tudo o que é simples
e virtuoso
Como gostei destes sons e da sua musicalidade e retenho:
"Talvez o tanque tivesse chegado depois das águas com acordos secretos de vida e morte em sua substância."
De que cor são os teus olhos Clarisse, continua o Homem a perguntar depois da metamorfose do corpo e da rola.
Clarisse tem olhos cor de navio e saudade, de cais e de ferro, quando lhe responde, muitos anos depois, que têm a cor dos lápis, iniciados por ele...
Gosto destas tuas Clarisses, Licínia. :)
Abraço risonho de tarde de sol, grato pelo espaço no tempo, pela doce companhia das rosas nas pedras e palavras nos rostos, em partilha de vidas.
maravilhosa, a tua escrita. doce e cheia de antigas visões.
obrigada por me teres visitado.
beijos
Gostei do regresso de Clarice e deste magnífico texto.
"Que vês em mim, perguntava Clarisse. Qual é a cor dos teus olhos, dizia o Homem" Muito belo!
Um beiji Licínia.
visual
doce
e nunca,
[ mas-nunca-nunca
demasiado velha,
a tarde,
beijo
~
belíssimo esse "diálogo" secreto entre o lapis de cor de Clarisse e as tintas do Homem.
talvez o azul líquido dos olhos da criança. talvez a "cor primordial dos líquidos:"
vá lá saber-se!!!...
beijo
Como uma barra de vestido que se torna a vestir, desbotadas as cores de então?
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