Este é o tempo em que todos me morrem.
Eu não sou nada e tenho a sorte de ter amado
a grandeza de homens imperfeitos.
Por isso, hei-de voar.
Licínia Quitério
Junho de 2005
Junho de 2010
18.6.10
JOSÉ SARAMAGO
partilhado por
Licínia Quitério
às
2:16:00 da tarde
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14 comentários:
Tens asas enormes, Licínia...
Um abraço, triste.
Arrepio-me
por ti por nós por todos
pelo que sinto
e te entendo.
Tenho que fazer minhas as palavras da Bettips e da Maria. E não é mesmo preciso acrescentar-lhes nada.
Um abraço.
Até sempre
camarada
José Saramago
Levantado do Chão
para sempre.
Belíssima homenagem,
que, de algum modo,
a todos nós, amantes da
grande literatura,
nos reconforta um pouco,
quando estamos em perda,
em grande perda.
Obrigada Licínia!
Obrigada por esta homenagem a um grande Homem. Permanecerá para sempre a obra.
Sinto-me triste...
Beijinho*
síntese perfeita da fugacidade da vida...
Bjos
beijo, querida amiga.
não nos conformamos!
Uma belíssima homenagem, Licínia.
O poema de homenagem mais belo que já li! E logo para quem tanto o mereceu. Por isso não me coíbo de perguntar se se importa que o publique e partilhe, com a devida identificação da autoria e do espaço onde o encontrei. É que são palavras que eu gostaria de ter a arte de dizer, tão bem...
Um abraço
Pode, sim, Joana.
Um beijinho.
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